Iniciamos o dia, ansiosos para o café da manhã do hotel, que mostrou-se satisfatório. Entre pães, café, ovos havia disponível feijão, salsichas, molhos de pimenta, nachos, e mais algumas iguarias que ainda não descobrimos o que eram. Aventuramo-nos, então, a pegar o metro e nos dirigir ao castelo de Chapultepec. Para isso, pegamos a linha 1 do metrô (cor rosa) e descemos na estação de Chapultepec. O metrô é o mais barato do mundo, custando somente 5 pesos mexicanos (aproximadamente R$1,25). Outra curiosidade do metrô, é que alguns dos vagões são exclusivos para o uso de mulheres e crianças com idade inferior a 12 anos. Todas as estações possuem seguranças que garantem o respeito ao uso deste espaço.
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| Mapa do metrô da Cidade do México. |
Antes de entrarmos no castelo, demos uma volta no gigante Bosque de Chapultepec. Primeiro fizemos uma parada no jardim Botânico do parque. O lugar é grande e vale a pena separar pelo menos uma hora, para apreciar as plantas que constituem o jardim.
Além do jardim, o bosque contém muitos vendedores ambulantes, com suas tendas distribuídas ao longo do mesmo. Lá se encontram desde produtos de artesanato, a comidas tipicas, tatuagens de rena, e muitos (muitos) souvenirs. Os preços são bem atraentes. Há também um zoológico (entrada gratuita) e um lago onde é possível alugar um pedalinho para dar uma volta (100 pesos mexicanos).
O parque possui banheiros públicos que você pode utilizar pagando uma taxa de 5 pesos. Os banheiros são possíveis de serem encontrados em quase todos os pontos turísticos da cidade, sempre mediante ao pagamento da taxa, para a sua utilização.
Após deslocarmo-nos por ao menos 3 horas pelo parque, decidimos nos aventurar numa tenda que vendia comida tipica mexicana. Foi nossa primeira experiência e foi bem negativa. Apesar do preço acessível, os pratos eram muito estranhos a nossa cultura. Parte da turma se aventurou nos burritos e outra em algo que nem lembro o nome, mas tinha a opção vegetariana. A segunda opção parecia uma panqueca aberta coberta com uma espécie de cactus (nopal), coentro e um molho esquisito no qual fomos bem claros que não queríamos apimentado. Pará mim, o gosto era bem esquisito e devo ter comido 1/4 do prato. Alexandre comeu todo o seu, mas também não aprovou a iguaria. No caso dos borritos, os mesmos também não agradaram e um fio de cabelo foi encontrado em um deles. Ah, higiene com alimentos não é o forte do México, principalmente se tratando de carne.
Mais ou menos alimentados, decidimos, então, nos dirigir ao castelo. Ficamos uns 20 minutos na fila para comprar os ingressos (70 pesos). Estudantes, mediante a apresentação da carteirinha, e pessoas acima de 60 anos não pagam a entrada.
O castelo certamente é um dos principais pontos turísticos da cidade, e sem dúvidas, vale a pena ser visitado. Porém, se prepare para encontrar muitos turistas e ter uma certa dificuldade para tirar fotos individuais. Separe pelo menos 3 horas para explorá-lo e poder fazer algumas pausas para descansar.
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| Castelo de Chapultepec localizado na Cidade do México. |
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| Vista do castelo de Chapultepec para a Cidade do México. |
Bastante cansados, pegamos o metrô de volta, e nos dirigimos ao Walmart vizinho ao hotel. Os preços dos alimentos se assemelham aos do Brasil, com exceção das frutas e saladas que são mais caras.
Ao chegarmos ao hotel, pedimos indicações de onde poderíamos jantar ou ir, para comemorar o início do novo ano. Infelizmente, não havia nenhum restaurante disponível e o atendente do hotel não soube informar um local para irmos celebrar. Saímos em torno ao hotel e encontramos uma loja de conveniência aberta, onde comprarmos alguns salgadinhos e passamos a virada do ano no hotel mesmo. Na verdade, estávamos tão cansados e ainda não habituados com o fuso horário que fomos dormir antes disso. No dia seguinte, para nossa frustração, descobrimos onde tinha ocorrido a festa da virada de ano.
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